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Grupo de mulheres reunido em encontro comunitário, com faixa de celebração ao fundo
Para mulheres · conversa e prática

Defesa
Pessoal
Feminina

Um encontro de conversa e prática corporal para reconhecer sinais, ler o ambiente, estabelecer limites e ampliar possibilidades de escolha.

Conversar sobre a oficina

A proteção começa antes do contato físico

Não é sobre aprender a vencer uma briga. É sobre ampliar a margem de escolha antes que ela fique pequena demais.

01

Consciência situacional

Perceber o ambiente, as pessoas ao redor, possíveis saídas e mudanças que pedem atenção.

02

Sinais e limites

Reconhecer invasões de espaço, intimidação, controle e situações que provocam desconforto.

03

Voz e posicionamento

Experimentar maneiras de comunicar limites, sustentar uma decisão e chamar atenção quando necessário.

04

Distância e saída

Criar espaço, evitar o confinamento e priorizar caminhos que permitam sair da situação.

05

Rede de apoio

Pessoas, serviços e lugares seguros aos quais recorrer.

06

Prática corporal

Movimentos simples de base, proteção e saída, sem promessas irreais.

Momentos

Grupo praticando movimentos de defesa em dupla, orientado por instrutores
Equipe da oficina reunida com participantes da comunidade
Instrutores demonstrando um movimento de defesa pessoal
Duas participantes praticando uma técnica de liberação de mão, observadas pelo grupo
Participantes praticando um movimento de defesa em dupla

Movimento, conversa e informação.

Falar sobre prevenção não é responsabilizar a mulher. A violência é sempre responsabilidade de quem agride. Nosso objetivo é ampliar percepção, escolhas e acesso a apoio.

A oficina também é uma pausa na rotina: um momento para experimentar algo diferente, movimentar o corpo, conversar e estar entre mulheres sem julgamento.

Com a participação da advogada Claudia Fernandes, o encontro abre espaço para falar sobre sinais de violência, direitos, redes de apoio e caminhos possíveis de proteção — de forma acessível, como uma conversa, não como uma palestra.

Quem conduz

Retrato de Claudia Fernandes
Claudia Fernandes
Advogada

Conduz uma conversa direta e acolhedora sobre direitos, sinais de violência, redes de apoio e caminhos de proteção.

Retrato de Lyncoln Nellucci
Lyncoln Nellucci
Faixa-preta de judô

Participa da prática corporal, ajudando a conduzir os movimentos com cuidado e segurança.

Retrato de Raphael Dias
Raphael Dias
Professor de capoeira — cordão branco e amarelo — e faixa-roxa de jiu-jitsu

Conduz a oficina e adapta as experiências ao perfil do grupo, sem transformar técnicas em promessa de proteção garantida.

Perguntas
frequentes

Ambiente seguro e acolhedor.

Não há competição nem julgamento. Trabalhamos em parceria umas com as outras, no nosso ritmo.

Não. A oficina é pensada para mulheres sem experiência prévia, e cada atividade pode ser adaptada às possibilidades das participantes.
Algumas experiências podem envolver contato controlado, sempre explicado previamente e realizado com consentimento. Ninguém deve ser pressionada a participar de algo que provoque desconforto.
Não. Um encontro apresenta princípios, possibilidades e movimentos simples, mas reagir sob estresse exige prática frequente. A prioridade é perceber riscos, criar distância, sair e buscar ajuda.
Entre em contato e conte sobre o público, o contexto e o objetivo do encontro. A partir disso, conversamos sobre a melhor forma de realizar a atividade.

Leve essa conversa
para mais
mulheres.

Conte-nos sobre o grupo e o contexto. A oficina é construída considerando as pessoas que participarão do encontro.

Conversar sobre a oficina