A proteção começa antes do contato físico
Não é sobre aprender a vencer uma briga. É sobre ampliar a margem de escolha antes que ela fique pequena demais.
Consciência situacional
Perceber o ambiente, as pessoas ao redor, possíveis saídas e mudanças que pedem atenção.
Sinais e limites
Reconhecer invasões de espaço, intimidação, controle e situações que provocam desconforto.
Voz e posicionamento
Experimentar maneiras de comunicar limites, sustentar uma decisão e chamar atenção quando necessário.
Distância e saída
Criar espaço, evitar o confinamento e priorizar caminhos que permitam sair da situação.
Momentos
Movimento, conversa e informação.
Falar sobre prevenção não é responsabilizar a mulher. A violência é sempre responsabilidade de quem agride. Nosso objetivo é ampliar percepção, escolhas e acesso a apoio.
A oficina também é uma pausa na rotina: um momento para experimentar algo diferente, movimentar o corpo, conversar e estar entre mulheres sem julgamento.
Com a participação da advogada Claudia Fernandes, o encontro abre espaço para falar sobre sinais de violência, direitos, redes de apoio e caminhos possíveis de proteção — de forma acessível, como uma conversa, não como uma palestra.
Quem conduz
Conduz uma conversa direta e acolhedora sobre direitos, sinais de violência, redes de apoio e caminhos de proteção.
Participa da prática corporal, ajudando a conduzir os movimentos com cuidado e segurança.
Conduz a oficina e adapta as experiências ao perfil do grupo, sem transformar técnicas em promessa de proteção garantida.
Perguntas
frequentes
Não há competição nem julgamento. Trabalhamos em parceria umas com as outras, no nosso ritmo.
Leve essa conversa
para mais
mulheres.
Conte-nos sobre o grupo e o contexto. A oficina é construída considerando as pessoas que participarão do encontro.
Conversar sobre a oficina